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Sergio Souto

Souto

Autor(a)
Me chame pelo meu sobrenome, ele diz mais sobre mim do que qualquer apresentação formal. Sou brasileiro de Minas Gerais, vivo na Europa desde 2022 e mantenho uma relação intensa (e seletiva) com o ato de viajar. Aprecio descobertas, mas não topo qualquer parada: preciso de um mínimo de conforto, como uma boa cama em um quarto não compartilhado. Sou do tipo que deixaria, sem hesitar, Nicole Kidman me convencer a entrar num retiro espiritual, bem na vibe de Nine Perfect Strangers. E é provável que me encontre bem-humorado a curtir o sol de inverno, ouvindo o barulho do mar ou em algum lugar onde a alma possa respirar. Minha bússola costuma ser guiada por energias sutis e holísticas, mas também me animo com roteiros culturais, artísticos e gastronômicos.

Curiosidades sobre o autor

Países europeus que visitou

Itália
Portugal
Suécia
Reino Unido
Holanda
Letônia
França
Espanha
Dinamarca
Alemanha
Estônia
Grécia

Formação

Sou formado em Comunicação Social em Belo Horizonte e já dei umas boas voltas por diferentes áreas. Turismo nunca entrou oficialmente no meu currículo, o que é uma pena, porque seria um sonho transformar essa paixão em trabalho.

O que não pode faltar em uma viagem?

  1. Andar a pé por todo lado.
  2. Experimentar a culinária local.
  3. Conhecer centros culturais fora do óbvio.
  4. Descobrir parques e praças urbanos.
  5. Relaxar em cafeterias charmosas.
  6. Visitar espaços de arte.

Cidades preferidas:

  • Copenhagen: tenho uma conexão quase espiritual com a cidade, daquelas difíceis de explicar. Cada vez que volto, parece que ela me devolve algo que eu nem sabia que tinha perdido.
  • Amsterdam: além do charme incomparável, a cidade tem um astral leve, moderno e uma gente alta (e belíssima, vale dizer).
  • Paris: foi meu primeiro destino na Europa e, desde então, carrego a sensação de que algo em mim se reorganizou depois de andar por aquelas ruas durante. Uma experiência transformadora.

Lugar que voltaria mil vezes:

Dinamarca. Tem algo nesse país que me chama, talvez a organização social, o senso de coletivo, a água por todos os lados, as confeitarias ou até o jeito frio-fofo das pessoas.

Com quem viaja?

Viajo, na maioria das vezes, sozinho — especialmente no meu aniversário, que virou um ritual pessoal. E, às vezes, com poucos e bons amigos também.

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