Segurança na Itália: como se precaver dos golpes mais comuns

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Violência existe em qualquer lugar do mundo, em maior ou menor grau. E turistas, em geral, são sempre alvo fácil para os assaltantes. Descubra neste artigo a quantas anda a segurança na Itália e como você pode evitar ser vítima de alguns dos golpes mais comuns praticados contra turistas.

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Segurança na Itália: posso viajar sem medo?

A Itália é, certamente, um lugar muito mais seguro do que o Brasil. Ela ocupa o 21o lugar no Índice de Progresso Social (IPS). O Brasil ocupa no mesmo ranking a 49ª posição.

O índice é realizado pela Social Progress Imperative, organização global sem fins lucrativos. O índice tem apoio da Deloitte, especialista em auditoria e consultoria, que é uma das parceiras internacionais do estudo, desenvolvido pelo especialista mundial em competitividade Michael Porter e por economistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Para chegar a este resultado, ele combina uma série de indicadores sociais e ambientais, provenientes de bases de dados internacionais, além de pesquisas de percepção, com objetivo de identificar o cenário, os desafios e as oportunidades de progresso social dos países.

Ainda assim, e a dica vale para qualquer destino do mundo, não apenas a Itália, o turista deve sempre redobrar a atenção.

Primeiro, porque se está em um local do qual pouco se conhece os costumes. Segundo, porque é comum que as pessoas, diante de paisagens e construções extasiantes, baixem a guarda e se distraiam mesmo, sendo um prato cheio para batedores de carteira.

Segurança na Itália: índices de criminalidade

Em geral, a segurança na Itália é muito boa. A região norte é mais segura do que os destinos mais ao sul. E os grandes centros têm maiores índices de criminalidade em comparação com as cidades pequenas. Mas isso se repete em todo o mundo.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (Istat), órgão oficial italiano, os índices de criminalidade vêm caindo de forma contínua no país desde 2013, apesar da imigração crescente.

Em 2013, o país registrou 0,8 homicídio doloso para cada 100 mil habitantes (502 casos denunciados pela polícia à Justiça), indicador que chegou a 0,6 em 2017 (368), último ano do qual se tem levantamento.

A taxa de latrocínios foi de 0,1 para cada 100 mil habitantes (33 denúncias) em 2013. Em 2017, foram apenas 16 casos. O índice de tentativas de homicídio caiu de 2 (1.222 casos) para 1,8 (1.098) a cada 100 mil habitantes em quatro anos.

A mesma tendência se verifica nos crimes de agressão (de 25,9 para 23,4 a cada 100 mil habitantes), sequestro (de 2,2 para 1,7), furto (de 2.581,2 para 2.090,8) e roubo (de 72,6 para 50,5).

As exceções são os delitos de violência sexual, que cresceram de 7,5 em 2013 (4.488 casos) para 7,7 em 2017 (4.634); e os crimes ligados a drogas, que saltaram de 55,7 a cada 100 mil habitantes (33.578 casos) para 65,4 (39.592).

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Confira a lista de cidades da Itália mais visitadas.

Segurança na Itália: principais golpes

Muito provavelmente, você não será assaltado a mão armada na Itália. Mas pode, sim, ser vítima de pequenos golpes aplicados especialmente nos turistas.

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Em Roma, por exemplo, é comum encontrar pessoas vestidas de gladiadores que se oferecem para bater fotos com você. Mas, ao final, vão te cobrar de maneira insistente pelo registro.

Outro golpe muito, mas muito comum é o dos “vendedores de flores”. Na verdade, eles te oferecem a flor, como se fosse uma delicadeza, mas, novamente, vão te intimidar para pagar – e bem caro por uma flor.

Também tem o golpe da pulseirinha. Você está caminhando tranquilamente e alguém segura seu braço e amarra uma pulseira nele, novamente sugerindo ser um agrado. Não se engane! Não é.

E o golpe do anel: alguém vai “achar” um anel a seus pés, perguntar se é seu, falar em alto e bom som que a joia é de ouro e tentar vendê-la por um preço bem alto. Parece impossível, mas há quem já tenha caído em tal golpe. Não por acaso ele continua sendo aplicado.

Conheça os principais golpes em turistas na Europa.

italia e dos melhores lugares para viajar sozinho

Dicas para escapar dos golpes e viajar em segurança na Itália

Tais situações são muito embaraçosas e podem estragar com o passeio de qualquer um. Então, a melhor dica é não se distrair e, ao ver algum destes “tipos” se aproximar, recusar, de maneira educada, mas enfática.

Em restaurantes, se achar os valores abusivos no cardápio em inglês, peça para ver, por gentileza, o cardápio em italiano. Não é comum, mas alguns restaurantes usam deste “expediente” para ludibriar turistas.

Pode parecer excesso de desconfiança, mas recuse ajuda para tirar fotos com seu celular ou câmera fotográfica. Podem te cobrar ou roubar o aparelho. Não aceite que carreguem suas bagagens. Novamente, podem te cobrar por isto ou levar a mala embora.

Também não aceite que comprem bilhetes de metrô, ônibus ou atrações turísticas em seu lugar, mesmo que você não esteja conseguindo se comunicar em inglês com ninguém. A chance de alguém correr com seu dinheiro é grande.

Se alguém inesperadamente trombar em você na rua ou no transporte público, certifique-se que seus pertences continuam com você. Batedores de carteira adoram usar esta estratégia e, às vezes, agem em duplas. Um te distrai enquanto outro te rouba.

E, claro, cheque sempre se o taxímetro foi ligado, para não pagar muito a mais por uma simples corrida de táxi.

Se ainda assim você for vítima de algum golpe ou furto, o número para chamar os ‘carabineiri’ é 112.

Agora que você sabe mais sobre a segurança em Itália, descubra quanto custa viajar para a Itália e confira nossa sugestão de roteiro pelo país das maravilhas.

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Autor

Cláudia Zucare Boscoli trabalha como jornalista há 20 anos, tendo se formado na Cásper Líbero, com extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), especialização em Marketing Digital pela FGV e pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP. Já trabalhou para IstoÉ Online, O Estado de S. Paulo, Diário de S. Paulo e Editora Abril, entre outros veículos. Adora viajar, conhecer novas culturas e contar o que descobriu.