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Planejando um mochilão pela Europa? Saiba o que fazer

Conteúdo criado por humano
15 min de leitura
Autor 13752 Luana Marcelina

Fazer um mochilão pela Europa é o sonho de muita gente, e foi o meu por muito tempo, até o dia em que finalmente consegui realizá-lo. Agora, estou aqui para compartilhar as melhores dicas, custos e destinos para você planejar o seu mochilão pela Europa.

Mulher de costas na estação esperando o metrô com uma mochila

Seja sua primeira vez no continente ou uma nova aventura, essas dicas vão te ajudar a aproveitar ao máximo.

Como preparar um mochilão pela Europa?

O planejamento é a chave para qualquer viagem, especialmente internacional. O primeiro passo é decidir quais países você quer conhecer. Faça uma lista, colocando em primeiro lugar aqueles que você não abre mão de visitar.

Em seguida, avalie o tempo disponível para a viagem e tente ajustar o roteiro a essa duração. Uma dica importante: se você tem pouco tempo, é melhor visitar menos países e aproveitar cada um deles como merece, do que passar correndo por vários só para marcar no mapa.

Outro ponto crucial é avaliar seu orçamento. Faça uma pesquisa detalhada sobre o custo em cada país da lista e veja se é viável visitar todos os destinos planejados. Por isso, é fundamental ordenar a lista por prioridade, começando pelos países que você realmente faz questão de conhecer.

Depois disso, planeje uma rota que faça sentido, evitando ir e voltar de uma região para outra sem necessidade. Pesquise as melhores opções de transporte, sempre levando em conta economia, segurança e conforto.

Ao longo do artigo, vamos detalhar cada um desses pontos com mais profundidade.

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Duração do mochilão pela Europa

A duração do seu mochilão vai depender principalmente do seu orçamento e da quantidade de países que você deseja visitar. Se você tem um orçamento menor, pode ser interessante focar em países mais acessíveis, escolher hospedagens econômicas, como hostels, e reduzir o número de deslocamentos entre países.

Por outro lado, se o orçamento permitir, você pode estender a viagem por mais tempo, explorando destinos com mais calma e conhecendo melhor a cultura local. Uma dica é definir o tempo que você pretende passar em cada cidade de acordo com o que ela oferece e com o seu interesse pessoal.

Em geral, mochilões mais curtos costumam durar de 15 a 30 dias, enquanto os mais longos podem passar de dois meses. Mas, independentemente da duração, o importante é planejar com atenção para aproveitar ao máximo a experiência.

Definir os destinos e itinerários

Como mencionei anteriormente, minha dica é listar os países em ordem de prioridade e ir eliminando aqueles que podem não se encaixar no orçamento ou na quantidade de dias disponíveis.

Juntamente com a lista de países, é quase impossível não pensar nas cidades que pretende visitar. Em alguns países, você pode querer explorar várias cidades, enquanto em outros pode se interessar apenas por uma.

Mas é importante ter tudo isso bem planejado logo após definir os países que farão parte do seu roteiro. Muitas pessoas se concentram apenas nas capitais, mas algo que aprendi depois de três anos vivendo como nômade pela Europa é que existem muitos lugares incríveis fora das grandes cidades.

Imagem da Praça de Espanha, em Sevilha, em dia de sol
Durante o mochilão pela Europa é possível conhecer diversas cidades maravilhosas do continente. Foto: Luana Marcelina

Pesquise com calma e você pode encontrar destinos mágicos, além de economizar bastante, já que os grandes centros costumam ser mais turísticos e, consequentemente, mais caros.

A quantidade de dias em cada lugar vem em seguida. Nesse ponto, pode ser que sua lista de destinos diminua, já que você pode perceber que vale a pena passar mais tempo em determinados países.

Depois disso, alinhe sua rota, considerando a chegada e a saída de cada país, incluindo o tempo de deslocamento entre os locais. Por exemplo, viajar de ônibus durante a noite pode te fazer economizar um dia de hospedagem.

O destino final também é relevante, já que é de lá que você vai comprar a passagem de volta. Em países-chave, como Portugal, Inglaterra e Espanha, os voos costumam ser mais baratos. Muitas vezes, vale a pena retornar ao país de origem por causa do preço mais acessível da passagem.

Escolher os meios de transporte e comprar passagens

Comprar a passagem é um momento importante, e existem várias técnicas para encontrar a melhor oferta, principalmente em voos intercontinentais, como do Brasil para a Europa, que costumam ser mais caros. Por isso, é interessante pesquisar, acompanhar os preços por algumas semanas e comprar com alguns meses de antecedência para garantir o melhor preço.

Já estando na Europa, existem algumas plataformas que podem te ajudar a escolher os melhores meios de transporte, como a Omio, que faz a comparação e reserva de viagens online. É uma ótima maneira de acompanhar as melhores rotas para o seu mochilão, além de facilitar o deslocamento entre cidades e países.

Na Omio, você pode comparar passagens de trem, ônibus e avião, avaliando qual opção se encaixa melhor no seu orçamento e no tempo disponível, já que cada meio de transporte tem durações de viagem diferentes. Na Europa, não é necessário comprar passagens aéreas com muita antecedência, mas também não deixe para a última hora, pois os preços podem dobrar.

Uma dica: não pense que, por ser uma passagem de ônibus, você não precisa comprar antecipadamente.

Embora não seja preciso reservar com tanta antecedência quanto nos voos, deixar para a última hora pode acabar saindo um pouco mais caro — dinheiro que poderia ser usado para comprar um lanche no caminho!

Reservar suas hospedagens

Hospedagem costuma ser um dos maiores gastos em uma viagem, mas existem formas de economizar e, com o dinheiro poupado, talvez até adicionar mais um destino ao seu mochilão pela Europa.

Ficar em hostels na Europa ou guest houses é geralmente mais econômico do que hotéis. Hostels, além de serem mais baratos, oferecem uma experiência única, onde você pode conhecer outros viajantes, trocar dicas e, quem sabe, até fazer amizades para explorar novos destinos juntos.

Se hospedar em hostel durante o mochilão pela Europa é uma ótima forma de fazer amigos e treinar o idioma

Uma dica é usar o site do Booking para pesquisar opções de hospedagem, pois a página oferece ótimos quartos com preços acessíveis, além de permitir filtrar as melhores ofertas de acordo com o seu orçamento, preferências e alguns com cancelamento gratuito caso seus planos mudem.

Além disso, o Booking, também oferece programas de fidelidade e descontos para algumas reservas antecipadas. Pesquise bem e faça comparações para garantir o melhor preço e localização que se encaixe nos seus planos.

Couchsurfing ou Workchange para quem quer economizar

Se o seu orçamento estiver ainda mais apertado, vale considerar fazer Couchsurfing que, como o próprio nome diz, é “surfar” no sofá.

No site, algumas pessoas, também viajantes, se cadastram para receber outros viajantes que estão na estrada, oferecendo uma noite ou alguns dias em suas casas.

Muitas vezes, você consegue um quarto inteiro só para você. Já passei por essa experiência em Dublin, na Irlanda, onde fiquei na casa de um irlandês que me apresentou a cidade. Além disso, através do Couchsurfing, conheci algumas pessoas e fomos a uma festa em um pub.

Outra forma de economizar em hospedagem é fazer Workchange, no qual você troca algumas horas de trabalho por hospedagem, que pode ser em um hostel, hotel, casa de família, guest house, fazendas e outros locais. Essa é a minha forma favorita de viajar; conheci pessoas incríveis dessa maneira, inclusive meu namorado atual.

Essas duas opções de hospedagem trazem muitas dúvidas, especialmente relacionadas à segurança. Por isso, é importante pesquisar bem, ler as avaliações e entrar em contato com pessoas que já ficaram nesses lugares anteriormente — é possível fazer isso nas plataformas.

Além disso, faça uma pesquisa antes de viajar, procure blogs e vídeos sobre experiências anteriores. Não foque apenas nas histórias bonitas, veja também os problemas que as pessoas enfrentaram nesse estilo de viagem e como conseguiram solucioná-los.

Quanto custa fazer um mochilão pela Europa?

Para um mochilão de 30 dias na Europa, você vai precisar, no mínimo, de R$ 21 mil. A seguir, detalho melhor os gastos para que você tenha uma noção mais precisa:

Item Preço
Passagem aérea (ida e volta) R$ 6 mil
Hospedagem em hostel R$ 5.550
Alimentação econômica R$ 3.900
Seguro viagem R$ 359
Transporte R$ 4.600
Mochila e acessório R$ 500
Total R$ 20.909

Esse valor total é uma média de valores reais, contudo, esse valor pode aumentar ou diminuir significativamente dependendo do estilo de viagem de cada um, mas é uma boa média de gastos em um mochilão pela Europa.

Se você optar por fazer Workchange e Couchsurfing durante toda a viagem, pode economizar mais de R$ 5 mil. Alternativamente, se preferir dividir sua estadia entre hospedagens econômicas e outras opções, pode reduzir os custos pela metade.

A alimentação também é um fator variável. Ao fazer a maioria das refeições em supermercados e cozinhar em casa, você pode diminuir bastante seu orçamento. Contudo, como a gastronomia faz parte da experiência de viajar, é interessante reservar um espaço para algumas refeições em restaurantes locais.

O planejamento na compra de passagens e a escolha de transportes mais econômicos, como ônibus, também influenciam significativamente no custo total da viagem.

Melhores roteiros para um mochilão pela Europa

Alguns roteiros são mais comuns entre os mochileiros pela Europa. Aqui estão algumas opções populares que abrangem as diversas regiões do continente:

1. Roteiro sul da Europa

O sul da Europa é, sem dúvida, um dos lugares mais comuns nos roteiros dos mochileiros. Normalmente, esse trajeto é realizado durante o verão para aproveitar as praias da região.

Um roteiro de 25 dias em Portugal, Espanha, Itália, Malta e França pode ser dividido da seguinte forma:

  • Portugal: 5 dias;
  • Espanha: 6 dias;
  • Itália: 6 dias;
  • Malta: 3 dias;
  • França: 5 dias.

Com esse roteiro de verão, você pode aproveitar e ter histórias e experiências de viagem incríveis.

2. Roteiro centro da Europa

Na Europa Central, você pode viajar na primavera, quando as temperaturas estão quentes, permitindo aproveitar as lindas paisagens da estação.

Um roteiro interessante pode ser começar pela Bélgica, Luxemburgo, Holanda, Alemanha e Áustria:

  • Bélgica: 5 dias;
  • Luxemburgo: 2 dias;
  • Holanda: 5 dias;
  • Alemanha: 6 dias;
  • Áustria: 4 dias.

Essa região é um pouco mais cara que o sul da Europa, mencionado no roteiro anterior, por isso é importante pesquisar o custo de vida dos países incluídos no roteiro.

3. Roteiro leste europeu

O Leste Europeu tem fama de ser uma região mais barata da Europa, então é uma boa opção caso seu orçamento esteja apertado. Um roteiro de 19 dias inclui países como a República Tcheca, Polônia, Eslováquia e Hungria, dividido da seguinte forma:

  • República Tcheca: 5 dias;
  • Polônia: 7 dias;
  • Eslováquia: 2 dias;
  • Hungria: 5 dias.

Se você gosta de frio, pode ser um bom lugar para conhecer o inverno europeu, mas se prepare, porque é frio de verdade.

4. Roteiro Bálcãs

Os Bálcãs também são interessantes para curtir o verão europeu, não apenas por conta das praias incríveis, mas também pelo preço mais em conta em relação ao sul da Europa.

Um roteiro de 35 dias na Croácia, Eslovênia, Romênia, Bulgária, Bósnia, Montenegro e Sérvia pode ser dividido assim:

  • Croácia: 6 dias;
  • Eslovênia: 4 dias;
  • Romênia: 5 dias;
  • Bulgária: 5 dias;
  • Bósnia: 4 dias;
  • Montenegro: 5 dias;
  • Sérvia: 6 dias.

Uma ótima opção para quem quer passar o verão na Europa, mas tem o orçamento apertado.

5. Roteiro Reino Unido

Se eu pudesse escolher uma estação para conhecer o Reino Unido, seria qualquer uma, menos o inverno. O frio e os ventos podem ser inconvenientes para explorar algumas regiões, como a Escócia, que está mais ao norte.

Mas não se preocupe! Se você não puder escolher outra época para ir, ainda assim vai gostar muito da viagem. Porém, não se esqueça de levar um corta-vento e um casaco à prova d’água.

Um roteiro interessante pode ser dividido entre Inglaterra, Escócia, Gales, Irlanda do Norte e incluir a Irlanda, que não faz parte do Reino Unido, mas está ao lado e pode ser facilmente adicionada. Em 25 dias, pode ser dividido assim:

  • Inglaterra: 7 dias;
  • Escócia: 6 dias;
  • Gales: 3 dias;
  • Irlanda do Norte: 3 dias;
  • Irlanda: 6 dias.

6. Roteiro com base nas cidades que deseja conhecer

Você também pode criar o seu próprio roteiro de mochilão pela Europa sem se prender a regiões específicas. Não é necessário incluir um país apenas porque ele está próximo do seu primeiro destino.

Imagino que a principal preocupação ao adicionar cidades distantes sejam os preços das passagens de avião. Pensando nisso, uma boa opção é viajar com companhias aéreas de baixo custo que, muitas vezes, oferecem tarifas semelhantes às de passagens de ônibus, permitindo que você atravesse uma parte do continente.

Imagem da Praça do Comércio em Lisboa, Portugal, em dia de sol
Praça do Comércio em Lisboa, Portugal, é um dos principais destinos dos brasileiros durante um mochilão pela Europa. Foto: Luana Marcelina

Então, você pode montar o seu roteiro com liberdade, sem se preocupar com o valor das passagens devido à distância, mas sempre verifique os preços para saber se vale a pena.

Uma dica importante é ficar atento às altas temporadas, pois os preços podem variar bastante nesse período.

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Dicas para preparar o mochilão pela Europa

Ao longo do artigo, já listei algumas dicas que podem te ajudar no planejamento do seu mochilão e até mesmo durante a viagem.

Agora, vamos falar um pouco sobre a escolha da sua bagagem, as atrações, que são os principais motivos para realizar essa viagem, e como ter internet pode ajudar em diversas situações.

Escolha a mochila adequada

A escolha da mochila é uma decisão importante na hora de preparar o mochilão, pois ela será sua casa durante esse período e carregará tudo que você tem de importante enquanto estiver fora. Além disso, tudo ficará nas suas costas, literalmente, o que pode causar lesões sérias se a mochila for usada indevidamente.

Economizar demais na mochila pode não ser uma boa ideia, falo isso por experiência própria, mas também não é necessário gastar uma fortuna.

Busque por um mochilão para viagem de qualidade que ofereça conforto, resistência e suporte para sua coluna. Considere características como o tamanho, o ajuste das alças, o sistema de ventilação e compartimentos internos. Uma boa mochila fará toda a diferença na sua experiência.

Tamanho permitido pelas companhias aéreas low cost

A principal polêmica com as companhias low cost aqui na Europa é o tamanho da bagagem. Por isso é importante ter atenção, pois se você ultrapassar esse limite terá que pagar uma taxa de bagagem extra que, em alguns casos, pode ser até mais cara que a passagem que você já pagou.

Os tamanhos permitidos para a bagagem pessoal gratuita são de até 40 x 20 x 25 cm. Portanto, fique atento para não comprar uma bagagem acima dessas medidas e para não encher tanto a mala a ponto de ultrapassar o tamanho da própria mochila.

Caso queira pagar por uma bagagem de mão, as medidas permitidas são 55 x 40 x 20 cm, com um peso máximo de até 10 kg. Além das medidas da mala, se você ultrapassar o peso, também será cobrada uma taxa de bagagem extra, por isso tenha atenção e pese sua mochila antes.

Mala pode ser melhor opção para você

Muitas pessoas acham que, por ser um mochilão, a bagagem precisa ser necessariamente uma mochila, mas isso não é verdade.

Dependendo do estilo da sua viagem, uma mala com rodinhas pode ser mais confortável e até mesmo prática, especialmente se você for se locomover por cidades com boa infraestrutura ou se não tiver planos de longas caminhadas com sua bagagem.

No Portal de Malas, existem opções para os mais diversos perfis de viajantes, inclusive mochileiros. Avalie a sua viagem e liste os prós e contras dos estilos de bagagem que você está em dúvida antes de tomar uma decisão.

Programe os passeios com antecedência

Com o roteiro já pronto, pesquise as atrações das cidades em que você irá ficar e faça uma lista do que gostaria de visitar.

Seja realista com o tempo disponível em cada lugar; não adianta marcar 10 coisas para fazer em um dia e correr de um lado para o outro sem aproveitar nada. Porém, se o seu plano for passar por vários dias, pode valer a pena adquirir um card da cidade com atrações nos mais diversos locais.

Outro ponto importante é verificar se é necessário comprar ingressos com antecedência. Existem lugares na Europa que, se você não comprar com até um mês de antecedência, será impossível visitar. Portanto, fique atento a isso.

O GetYourGuide e a Civitatis são ótimas plataformas para esse planejamento, pois listam o tempo aproximado em cada atração, oferecem ingressos e, muitas vezes, disponibilizam últimas entradas para lugares que já estão esgotados no site oficial.

Fique conectado durante a viagem

Ter internet pode te salvar em diversas situações. Você pode se localizar e saber qual transporte pegar, se comunicar em países onde não fala o idioma, falar com a família e amigos, postar sobre sua viagem nas redes sociais em tempo real e até mesmo buscar ajuda caso passe por algum perrengue de viagem.

A America Chip oferece planos de eSIM por toda a Europa com internet 5G ilimitada de alta velocidade, e você já sai do Brasil com tudo configurado para não passar por esse problema ao chegar.

O que saber antes de fazer seu mochilão pela Europa

Alguns itens burocráticos de documentação são muito importantes antes de realizar seu mochilão pela Europa. Afinal, você não quer descobrir no aeroporto, com tudo pronto, que não pode embarcar porque faltou algum documento.

Seguro viagem é obrigatório

O seguro viagem é obrigatório na maioria dos países europeus. Faça uma cotação de acordo com suas necessidades; se você pretende praticar esportes, não se esqueça de adquirir um seguro que cubra os custos em caso de acidente. Se tiver equipamentos eletrônicos muito caros, talvez seja uma boa ideia incluí-los no seguro.

E atenção, a Europa possui um acordo que estabelece o valor mínimo do seguro viagem em 30 mil euros, então certifique-se de não comprar um plano abaixo desse valor. No Seguros Promo usando o cupom EUDTURISMO5 você ganha 5% de desconto na proteção.

Documentação e visto

A partir de 2025, a Europa começará a exigir o ETIAS (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem) que, como o próprio nome diz, é uma autorização de viagem para os países que não precisam de um visto prévio para entrar no continente, como o Brasil.

Para se inscrever, é necessário ter um passaporte válido com data de validade superior a 3 meses da data da sua volta ao Brasil, preencher um formulário com alguns dados pessoais e detalhes sobre a sua viagem. Ao final, será necessário pagar uma taxa de 7€.

A maioria das solicitações deve ser aprovada rapidamente, mas é recomendado que o pedido seja feito com, no mínimo, 3 dias de antecedência para garantir que será possível recorrer e fornecer maiores informações, caso necessário.

No Reino Unido, o sistema será o ETA, que funciona da mesma forma, com a diferença de que a taxa será de 10 libras.

Levar dinheiro

Uma das melhores formas de converter seu dinheiro para euros ou qualquer outra moeda dentro da Europa é com a Wise. Com apenas uma conta você consegue fazer todas as operações em questão de segundos.

O cartão Wise permite que você realize compras diretamente na moeda local, evitando as taxas elevadas de conversão, além disso, o aplicativo é fácil de usar e permite monitorar seus gastos em tempo real, tornando sua viagem ainda mais prática e econômica.

Agora você tem todas as principais informações para começar a planejar o seu mochilão aqui na Europa e se apaixonar por esse continente. Boa viagem!

Autores

Luana Marcelina
Sou uma viajante que transformou o mundo em casa. Comecei minha jornada pela Argentina, onde aprendi espanhol e experimentei o voluntariado pela primeira vez. De lá para cá, já vivi na Europa por mais de 2 anos, e agora estou explorando a Ásia. Viajando de forma econômica, mergulhando na cultura local. Minha paixão é contar histórias — seja através de vídeos, fotos ou textos. Com formação em cinema, busco capturar não apenas os destinos, mas também os desafios e belezas de uma vida nômade. Meus hobbies incluem explorar lugares a pé, descobrir comidas típicas, fotografar o cotidiano e criar conteúdo para inspirar outras pessoas a viajarem de forma mais autêntica.

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